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Festival Viva Dominguinhos reunirá nomes da música popular brasileira em Garanhuns

A Prefeitura de Garanhuns, por meio da Secretaria de Cultura e da Secretaria de Turismo, realiza nos dias 25, 26 e 27 deste mês, o Festival Viva Dominguinhos. Em sua primeira edição, o evento vai reunir grandes nomes da Música Popular Brasileira em um tributo ao Mestre Dominguinhos. As atrações vão se apresentar em dois polos, sendo eles a Praça Cultural Mestre Dominguinhos – antiga Esplanada Guadalajara –, e o Espaço Colunata, localizado no centro da cidade.
 
Na Praça Cultural Mestre Dominguinhos, onde estará montado o palco principal, a infraestrutura disponibilizará praça de alimentação, área de artesanato, banheiros químicos e esquema de segurança. Os shows estão previstos para, na sexta-feira (25) e no sábado (26), iniciarem às 21h. Já no domingo (27), devem começar às 20h. O palco “Canta Dominguinhos”, no Espaço Colunata, funcionará apenas no sábado, de 10h às 18h.
 
Programação diversificada – A grade de programação reúne artistas de Garanhuns, regionais e nacionais. Entre os destaques, o evento, que tem como proposta principal reverenciar a história musical do sanfoneiro José Domingos de Moraes, o Dominguinhos, traz nomes como Santana, “o cantador”; a ex-participante do The Voice Brasil, a paraibana Lucy Alves; o cantor e compositor com 25 anos de carreira, Nando Cordel, e o histórico forrozeiro Jorge de Altinho.
 
Inauguração da estátua – Produzida pelo mestre artesão José Veríssimo, a estátua em homenagem a Dominguinhos será inaugurada durante o festival. Ela será instalada na Praça Cultural que recebeu o nome do homenageado. A escolha do local foi feita por meio de votação popular, com duas urnas da Rede Globo Nordeste, em fevereiro deste ano.
 
Exibicão Web Série Dominguinhos 
Durante os intervalos dos shows do Festival Viva Dominguinhos será exibida em um telão a web série “Dominguinhos Mais”, uma produção da BigBonsai, produtora de áudio e vídeo paulistana. Na websérie (Dominguinhos+), aparecem seus últimos encontros em estúdio e as falas emocionadas de companheiros de estrada, instrumentos e palcos: Gilberto Gil, João Donato, Djavan, Hermeto Pascoal, Lenine, Orquestra Jazz Sinfônica, Mayra Andrade, Yamandu Costa, Elba Ramalho, Hamilton de Holanda, entre outros. “Um Dominguinhos que pouca gente conhece: jazzista, improvisador, universal. Virtuoso que nunca estudou música”. Ao longo da carta que escreveu a respeito do projeto que a envolveu por seis anos, Mariana Aydar sintetiza o porquê do seu interesse em realizar uma obra que homenageia Dominguinhos. Nela, a cantora menciona uma singularidade bastante marcante na obra desse exímio sanfoneiro: seu refinamento musical, sua universalidade. “Assim era Dominguinhos. Grande, muito grande. Simples, muito simples”, reforça ela.
 
Confira a programação do Festival Viva Dominguinhos, abaixo:
 
Praça Cultural Mestre Dominguinhos
 
Sexta-feira | 21h
Mourinha do Forró
Liv Moraes
Maciel Melo
Santana
 
Sábado | 21h
Os Valvulados
Petrúcio Amorim
Lucy Alves
Nando Cordel
 
Domingo | 20h
Zezinho de Garanhuns
Waldonys
Jorge de Altinho
 
Palco “Canta, Dominguinhos” – Espaço Colunata
 
Sábado | 10h às 18h
Bill do Forró
Os Coroas do Forró
Grupo de Xaxado Cabras de Lampião
Juliano do Acordeom
Michelly dos Anjos
Nando Azevedo
Gena de Altinho

Batalhão do Exército em Garanhuns comemora 47 anos de existência

No dia 11 de março, o 71º Batalhão de Infantaria Motorizado do Exército Brasileiro (71º BI Mtz) realizou uma solenidade em comemoração ao 47º aniversário da unidade militar, em Garanhuns. O evento reuniu diversas autoridades, das esferas municipal, estadual e federal, além da esfera eclesiástica, e personalidades da cidade de Garanhuns. O presidente da Câmara de Vereadores de Garanhuns, Audálio Ramos Machado Filho, o bispo da Diocese de Garanhuns, Dom Fernando Monteiro Guimarães, o ex-prefeito de Garanhuns Ivo Amaral e representantes do Lions Clube participaram do evento.
 
Durante o evento comemorativo, foi realizada a entrega de diplomas de amigo do batalhão ao juiz substituto da 23ª Vara Federal, à professora Giane Maria de Lira Oliveira, presidente da AESGA, ao comandante do 9º Batalhão da Polícia Militar de Pernambuco, o tenente-coronel José Roberto Tenório Maranhão, e à secretária do Seminário São José, Maria Cristina da Silva Santos.
 
A comemoração do 47º aniversário do 71º BI Mtz ainda serviu para homenagear a memória de Amílcar da Mota Valença, que incentivou a instalação do batalhão em Garanhuns na época em que foi prefeito do município. Os filhos Pedro Jorge Mota Valença, Maria Emília Valença Calado e Alexsandra Neves Valença Valério receberam uma lembrança das mãos do comandante do 71º BI Mtz, o tenente-coronel Sandro Gomes, e de sua esposa, Andrea Vasconcelos.
 

Escritor lança livro sobre Luiz Gonzaga em Garanhuns

O escritor, jornalista e professor Manoel Neto Teixeira lançou o livro “O Rei, Sua Diversidade Temática Sob Visão Sociológica” no Restaurante Terraço, em Garanhuns, no último dia 19 de março. Na ocasião, o autor recebeu os convidados e autografou o livro que escreveu sobre a obra do cantor, compositor e sanfoneiro Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.
 
Cerca de 100 pessoas compareceram à solenidade. O ex-prefeito Ivo Amaral, professores da Secretaria de Educação de Garanhuns, a secretária de Educação de Garanhuns Janecélia Marins, o secretário de Obras de Garanhuns Hélio Faustino, o professor Vilela, autor do livro “O Incrível Mundo do Cangaço”, e Natanael Vasconcelos, representando o Lions Club de Garanhuns, foram algumas das personalidades que prestigiaram o evento. Durante o lançamento do livro, o radialista e contador de histórias Valdir Marino se apresentou acompanhado de sanfona, zabumba, triângulo e violão.
 
O escritor Manoel Neto Teixeira falou sobre a sua mais nova obra. “É um livro paradidático, uma vez que eu dei uma trabalhada nos temas que foram focalizados pela grandiosa obra de Luiz Gonzaga, do ponto de vista musical. Mas eu dou um tratamento, assim como sugere o próprio título, sociológico. Por exemplo, hoje, 19 de março, é o dia de São José, e até choveu. A crendice popular diz que, se chover no dia de São José, vamos ter um bom inverno. Hoje, como sabemos, é a abertura do ciclo junino. Mas o que é o ciclo junino? É o ciclo mais rico, mais exuberante, da cultura nordestina, tanto do ponto vista musical quanto do ponto de vista socioeconômico. É o ciclo mais rico e Luiz Gonzaga enfatizou e levou isso através de suas belíssimas canções, verdadeiros clássicos”, afirmou.
 
Manoel Neto citou o exemplo da canção “São João do Carneirinho”, cuja letra é a seguinte:
 
“Eu 'prantei' (plantei) meu 'mio' (milho) todo no dia de São José
Se me ajuda a 'providença' (providência), vamos ter 'mio' (milho) a 'grané' (granel)
Vou 'coiê' (colher) pelos meus 'carco' (cálculos)
Vinte espiga em cada pé
Pelos 'carco' (cálculos) eu vou 'coiê' (colher)
Vinte espiga em cada pé?
 
Ai São João, São João do Carneirinho?
Você é tão bonzinho?
Fale com São José, fale lá com São José?
Peça pr'ele me ajudar?
Peça pro meu 'mio' (milho) 'dá?' (dar)
Vinte espiga em cada pé.”
 
“O livro é composto de 40 capítulos e tem todos os sucessores de Luiz Gonzaga, como Dominguinhos, Marinês, Israel Filho e tantos outros. Mas o gênio mesmo é Luiz Gonzaga, o gênio inigualável e insuperável, o grande mestre de todos. A sua obra extraordinária confirmou a força da cultura nordestina, da sua paisagem, das dores e das riquezas do Nordeste. Enfim, da contradição, como diz o grande Guimarães Rosa na sua obra Grande Sertão Veredas. O Nordeste é um imenso deserto, mas cheio de beleza, de céu, de sol e de alegria. O povo nordestino é um povo alegre. Então, Luiz Gonzaga traduziu tudo isso de forma póetico-musical”, concluiu Manoel Neto Teixeira
 

Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns promove solenidade de inauguração

Foi realizada, no último dia 10 de março, a solenidade de inauguração do Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns (IHGG). O evento contou com a participação de historiadores, geógrafos e autoridades, como vereadores e o secretário de Governo Wanderley Lopes, que representou o prefeito Izaías Régis, na ocasião. O evento também serviu para o lançamento do selo comemorativo do aniversário do município de Garanhuns, produzido pelos Correios em parceria com o IHGG. O selo é ilustrado por um bico de pena de autoria de Ruber Van Der Linden, intitulado “Quadro Vila Velha de Garanhuns”.
 
O instituto tem a finalidade de manter e de conservar o acervo literário e iconográfico da história da região de Garanhuns. Segundo o presidente do IHGG, o professor Cláudio Gonçalves, o principal objetivo da instituição é fazer novas interpretações, buscar novas fontes que apresentam aspectos significativos da história de Garanhuns e, de posse dessas informações, socializá-las com a comunidade de Garanhuns e região.
 
O presidente da Câmara de Vereadores de Garanhuns, Audálio Ramos Filho, foi uma das pessoas que acompanharam o processo desde a criação do instituto até a sua consolidação. O vereador garanhuense já esteve à frente da entidade como presidente e atualmente ocupa o cargo de vice-presidente. No discurso proferido durante o evento, o parlamentar destacou a preocupação do IHGG com a preservação do patrimônio histórico.
“Nós temos poucos casarões que guardam um pouco de nossa história. É preciso garantir que eles não sejam derrubados para a construção de prédios que não expressam a verdadeira vontade do nosso povo”, declarou.
 
O IHGG recebeu o nome popular de “Casa Souto Filho” e deverá funcionar em horário comercial, ficando aberto a visitação pública. A data de 10 de março foi escolhida para a realização da inauguração do instituto porque no dia 10 de março de 1811 foi criada a Vila de Garanhuns. A elevação de Garanhuns a cidade aconteceu no dia 4 de fevereiro de 1879.
 

Artigo: Casamentos desesperados 2

Terminei meu artigo do mês passado (Casamentos desesperados) afirmando que casais em crise ainda têm chance de reconstruir, ainda podem vir a ter o casamento de seus sonhos… se realmente quiserem. Não coloquem a si mesmos num nível tão baixo, onde somente estão disponíveis uma vida miserável ou “pular fora”. É a história do copo: uns o veem meio cheio e outros, meio vazio. Ou das rosas: uns dizem que elas têm espinhos, outros dizem que os espinhos têm rosas. Ou do pessoal da meteorologia, os especialistas da previsão do tempo que aparecem nos telejornais: quando eles dizem que amanhã há 30% de probabilidade de chuva, meus ouvidos traduzem que amanhã há 70% de chance de que não chova. É minha a decisão; sou responsável por ela. A especialidade dos outros, mostrada na negativa e no pessimismo, eu traduzo em otimismo. Ou seja, muito mal ou muito bem, para mim e para os que estão ao meu redor, depende de como enxergo as situações e de como atuo em conformidade.
 
Creio que muitos dos males que nos afligem se tornam muito maiores pela maneira como os enxergamos. Por vezes, o problema não é o problema, mas a maneira como vemos o problema. Quando estudei frações e equações, aprendi que deveria, em primeiro lugar, me concentrar no enunciado (descrição) do problema, isso é, ter certeza de estar entendendo bem cada colocação da “montagem” do problema. Depois, com uma boa “radiografia mental” do problema, partir para transformá-lo numa equação era mais de “meio caminho andado” para conseguir encontrar a solução. Isso vale até hoje, em tudo.
 
Faça uma lista de “defeitos” (só para seu próprio uso/raciocínio) de seu/sua esposo(a). Talvez você queira colocar um traço vertical, dividindo uma folha pautada bem no meio. Na coluna da esquerda, coloque os “ditos cujos”. Quando não lembrar de mais nada, na coluna da direita, ao lado de cada “defeito”, você vai descrever o investimento que tem feito para que esse “defeito” diminua e venha, se possível, a desaparecer. Talvez você vai concluir que tem exigido muito e tem colaborado nada ou quase nada para mudar um quadro que você considera muito negativo.
 
Faça uma lista das “virtudes”, das coisas boas do(a) outro(a). Siga os mesmos passos do exercício anterior. Espero que você concorde que tudo o que é bom ou está bem pode melhorar. Somente Deus não pode melhorar, pois Ele é completo e perfeito em Si mesmo. Então, eu pergunto: ao lado de cada virtude, de cada coisa boa que você anotou sobre seu marido/sua esposa, o que você poderá escrever acerca do seu esforço para que essas coisas boas venham a ser excelentes?
 
Eis o que eu penso, sucintamente: É muito bom sonhar com o casamento ideal. Mas ele precisa ser construído. É com o casamento real que temos que lidar no dia a dia. É imaturidade espiritual somente sonhar, nada fazendo para que o casamento real seja transformado no casamento ideal.
 
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